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quinta-feira, 29 de maio de 2014

#93 Os padrões shipibo


Interessante como à medida que se aproxima mais um "fim de semana", me vêm à memória sensações que já experimentei em algum hiato espaço-temporal, criado com esse objectivo. 

Como um intervalo planeado pelo Criador, para dar alguma luz à sua criação...

De alguma forma, a recordação se aviva e me apercebo das transformações positivas que de mim se apoderaram para sempre.

Os típicos padrões shipibo e as mais variadas formas geométricas envolventes, por entre uma multiplicidade de cores. Chakras desalinhados, energias soltas e dispersas para todos os gostos.

Ícaros tribais, uns de guerra e outros agindo como se de agulhas de acupunctura se tratassem, certeiros ao alvo, cumprindo a sua missão.

Máscaras maias, felinos com fartura rodeando e inspeccionando, mariposas reluzentes e esvoaçantes. A Natureza no seu esplendor, o gigante pulmão ambiental, respirando com dificuldade face a todos os erros que nós humanos temos cometido.

A sensação da vertigem, do mergulho no nada. A viagem pelo cosmos adentro, interestelar. O prazer de viajar e de parar em suspenso no tempo. A experimentação de uma e de todas as sensações. A história de todas as eras, ali contada só para nós, com toda a paciência de quem ensina a uma criança a dar os seus primeiros passos.

O dolby surround da mente, os super-poderes todos ao mesmo tempo.

A transformação final e os seus derivados. A busca desenfreada pelo entendimento, a chegada da paz. A harmonia e o equilíbrio.

A mudança para o ser completo, o sorriso ainda mais fácil e sincero. A meditação ainda mais profunda, a mentira mais difícil, a vida mais cheia, o fim de todo e qualquer medo da morte, a certeza na crença da divindade plena.

O sol mais forte que a sombra. O fim do ego, o reforçar da compaixão suprema.



Esta sim, é a bebida que de amarga se torna doce e não o seu contrário. A verdadeira purga global firme no seu propósito, em nome de todos e de um só.

SOMOS TODOS UM.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

#86 DOZE horas de meditação por dia?


DOZE HORAS DE MEDITAÇÃO POR DIA? DURANTE DEZ DIAS?

Emoções fortes é o que muitos procuram durante a vida. De alguma forma também eu o tenho feito.

O desconhecido, a mim sempre me atraiu. Desde miúdo. 
Uns fogem, a mim atrai-me.

Sempre li e documentei-me fortemente, antes de todas as viagens interiores ou de transformação, que fiz. 

Só assim sei estar na vida, difícil que foi em criança, conseguir resistir à asma que me tentava levar, com as complicações daí decorrentes.

O tempo passa. Umas coisas começam a fazer mais sentido que outras e a definição de emoções fortes, também ela se altera.

Por ventura, até se complica.

Este ano, tem sido "um ano daqueles". Soma-se o aumento da intuição, a outras características que saúdo.

À medida que avançam os dias, percebo que o tempo que chegou a mim, é de excepção. 

Mas... quantos de vós aguentariam, ou se submeteriam a este calendário? 

04:00    Chamada
04:30-06:30Meditação na sala ou no quarto
06:30-08:00Desjejum e descanso
08:00-09:00Meditação em grupo na sala
09:00-11:00Meditação na sala ou no quarto, segundo as instruções do professor
11:00-12:00Almoço
12:00-13:00Descanso e perguntas individuais com o professor
13:00-14:30Meditação na sala ou no quarto
14:30-15:30Meditação em grupo na sala
15:30-17:00Meditação na sala ou no quarto, segundo as instruções do professor
17:00-18:00Lanche e descanso
18:00-19:00Meditação em grupo na sala
19:00-20:15Palestra do professor na sala
20:15-21:00Meditação em grupo na sala
21:00-21:30Perguntas abertas na sala
21:30Repouso. Apagam-se as luzes


Assim é um Retiro de Vipassana, a técnica cuja história conta que Buda utilizava, quando ascendeu. 

Inscrições limitadas, lista de espera complexas, questionário.

Uma vez lá, as refeições são vegetarianas, não há telemóveis, nem computadores, nem livros, nem música, nem as pessoas falam umas com as outras, nem se olham sequer, até ao último dia em que se comunica.

Chegou a minha confirmação para um do retiros. Ainda faltam uns belos tempos, mas sei que vai ser uma experiência "daquelas".

Talvez um dia vos conte: mais esta escada que vou apanhar. 


quinta-feira, 22 de maio de 2014

#84 Força de vontade


São quase 02h30 da noite de quarta para quinta, quando escrevo este texto.

Cheguei de um jantar que terminou pelas 23h, precedido de uma reunião. 

Já em casa, ainda arranjei tempo para ler o livro que apresentarei amanhã (já hoje, quinta) de três ex-colegas minhas da Câmara Municipal de Oeiras, que colocaram mãos à obra e editaram um livro. Um orgulho, estas meninas!

Pelas 06h45 (daqui a 4h30 horas) estarei a praticar ashtanga yoga, seguido da prática regular de meditação transcendental.

Depois duche, nova roupa, pequeno almoço e seguir para reunião em Lisboa logo pela manhã, seguida de dia cheio porque: "é preciso ganhar o pão", honestamente.

Ainda passarei nos meus Bombeiros do Dafundo, para saber como estão todos e assinar documentos urgentes se os houver, entre afectos vários a quem dedica a sua vida a salvar outras.

Não me lixem com o argumento de "falta de tempo", para isto e para aquilo... 

Querer é poder! 

Força de vontade? Tenho de sobra. Querem um pouco? É só pedirem.



quarta-feira, 21 de maio de 2014

#83 Debaixo do nosso nariz


Na busca pela espiritualidade, ou digamos antes, "por sermos melhores pessoas", acontecem coisas engraçadas.

Especialmente porque quando "despertamos", as coincidências tornam-se visíveis, a intuição aumenta exponencialmente e somos invadidos por uma calma que nos desmonta.

Claro está que as respostas vêm ter connosco, uma vez iniciado o caminho.

E algumas surgem desafiadoras, perguntando: "Como é que nunca me viste?"

E de facto é verdade. Andamos adormecidos, trôpegos pelas contas para pagar, pelos horários a cumprir, pelas regras estabelecidas, pela tristeza e amargura ventiladas por todo o lado onde nos viramos.

Parece nunca haver esperança a um modelo alternativo de vida, a uma nova postura, a um novo caminho.

Tanto que parece pré-definido. Inabalável, imutável.

Mas uma vez iniciado o percurso, o sorriso apodera-se ainda mais e na verdade descobrimos que há muito karma para alterar.


Mãos à obra.


sábado, 3 de maio de 2014

#71 Todos os dias parto, mais um bocado


Sim, todos os dias, "parto mais um bocado"... 

Saio de... um ponto, para o outro. 

Atravesso um mar de dogmas, que seca e se esfuma agora, por entre os dedos.

Décadas de certezas, substituídas por verdades avassaladoras, outrora subjectivas. Incrível, a força da mudança.

Ou direi antes: "a força do regresso, ao ponto inicial"


À "pureza do início". Ao "eterno recomeço", ou então ao fim e por isso mesmo: ao princípio.


Confusos?


Só se for para vocês (alguns)... Para mim (nós) está: "claro como a água".

Sei que um dia lá chegarão... isto, se não estiverem já "lá", por ventura ainda. 


"A solidão é um agradável estádio, onde o eco da nossa própria voz nos conforta e nos dá afinal: todo o alento de que precisamos para avançar".



terça-feira, 8 de abril de 2014

#43 Remédio difícil de tomar: NÃO MENTIR


Será possível um ser transformar-se em poucas horas, em poucos dias? Eu diria pela segunda vez que: não.

Por outro lado, é sim possível (RE)conhecer-se. (RE)conectar-se. (RE)lembrar-se. (RE)viver-se. (RE)consciencializar-se.

E não é pouco!

É uma tarefa que poderá ser apelidada de "transformação", mas é bem mais que isso. No meu caso, as dimensões que (re)visitei de novo este fim de semana que passou, não têm naturalmente fim. 

Devemos pois, com todo o conhecimento adquirido, encetar a nossa jornada física com mais atenção, carregando toda a espiritualidade em todas as acções diárias, resgatando-lhes a magia inerente.

As respostas chegam pois, para quem sabe esperar.

Das inúmeras realizações que nos esperam na vida, manter o coração iluminado é a ponte para a concretização de todas elas.

Ser-se VERDADEIRO e PURO, é o único denominador comum dos vários caminhos para a transcendência, na derradeira jornada descodificadora da realidade, que nos conduzirá eventualmente à ascensão.

Ceder ao ego, à inveja, ao ciúme, ao medo, à raiva... são subterfúgios que nos impedem de enfrentar o nosso EU, qual espelho onde nos vemos reflectidos nos "outros".

Se nos chateamos com outrém, no fundo fazemo-lo sempre connosco, porque sem estarmos em paz de espírito, projectamo-nos no outro e rejeitamos instintivamente o que vemos...

Só na compaixão e na vivência da beatitude (sem implicar necessariamente um extremismo isolacionista), nos permitiremos ao avanço quântico para o próximo nível.

Degrau a degrau, até à assumpção da centelha divina, sem necessariamente passar por um novo corpo e uma nova consequente aprendizagem.

Urge pois contagiar, sem nos deixarmos contaminar.

Urge pois purgar e parar de absorver a negatividade latente em nosso redor, com maior natural incidência na cultura ocidental.

Urge ensinar através do nosso testemunho e do nosso exemplo, por mais duro que seja, porque no fundo a dor é também ela um veículo de aprendizagem, qual "futura memória que nos lembra por onde não regressar", ou por ventura o avivar do ensinamento, da experiência adquirida e compreendida, logo: integrada.

Fujamos pois da mentira confortável, mas não da dor que ensina.

Na verdade... se aumenta a consciência, aumenta consideravelmente a responsabilidade.

Uma vez vendo, ouvindo, sentindo, testemunhando os mistérios da vida, consolidamos o dever de não esquecer, de não ignorar.

A derradeira escolha, cabe-nos a nós. O livre arbítrio é afinal isso mesmo.

Sintamo-nos vivos, partes integrantes que somos deste enorme organismo pulsante e vibrante do qual toda a humanidade faz parte.

Essa sim, é a verdadeira magia.

Um resumo rápido?



NÃO MENTIR. SEJA EM QUE CIRCUNSTÂNCIA FOR.




#42 É ilegal... é bom?


Sempre achei interessante explorar a fronteira da legalidade e da ilegalidade.

Perceber até que ponto o que é legal é "bom" para nós e se o que é ilegal é "mau" para nós.

Até que ponto é que tudo o que é legal é "correcto" e o que é ilegal é "incorrecto" fazer-se? Fronteiras ténues, essas que mudam de país para país, de cultura para cultura.

No nosso, nem os governos, nem os deputados, nem o Tribunal Constitucional se entende em tantas matérias, quanto mais no resto da estrutura piramidal.

De facto, à medida que o tempo avança, percebemos nalgumas matérias - sublinhe-se - o enorme engodo em que estamos inseridos enquanto civilização, nomeadamente no caso da ocidental.

Os que muitas das vezes apelidamos de "ignorantes", guardam em si uma enorme sabedoria. Ancestral mesmo, por vezes.

Ir quebrando os filtros que nos vão sendo colocados por um sistema que tenta a todo custo sobreviver e procurar as soluções que estão à frente do nosso nariz, é sempre uma tarefa que para ser bem sucedida está lamentavelmente ao alcance de poucos.

É preciso ler, investigar, meditar, experimentar. Errar umas vezes, acertar noutras. Mas só com uma atitude descomplexada e verdadeiramente evolutiva, é que conseguimos.

Nunca fui muito de "histórias da carochinha" e de ter medo do Bicho Papão.

À medida que os anos avançam, percebemos o tempo que já perdemos, mas o sorriso nos lábios fortalece-se, à medida que percebemos o quanto o estamos a recuperar.

Cada vez tenho mais matéria para o blogue, para o livro, para a vida.

Cada vez vivo mais, respiro mais, sorrio mais, aumento inacreditavelmente o índice de espiritualidade e sou mais EU.

É que às vezes: apanhar um atalho cósmico, faz toda a diferença.


sexta-feira, 4 de abril de 2014

#41 Viagens II


Com a chegada da sexta-feira, chega mais um fim de semana, por ventura símbolo do descanso.

Mas a busca pela sabedoria, pela paz de espírito: não permite pausas, nem atrasos, nem velocidades brandas.

Por isso mesmo, trabalharei ainda mais intensivamente estes dias, na construção do único templo que verdadeiramente interessa: o nosso templo interior.

Construção essa, onde não habitam altares ao efémero, nem homenagens ilusórias. Onde o vício dá lugar à virtude, onde a mentira não subsiste à avassaladora força da Verdade.

Viagens intensas, inesquecíveis. Por ventura sofridas, mas sempre sábias mestras condutoras de luz, de cor, de energia e de emotividade.

Remédios amargos, extra-fortes, mas felizmente sinceros e duradouros.

Quem sabe um dia me assuma como vacinado, como definitivamente curado e o caso clínico possa ser dado por encerrado.

Trabalhemos nisso.


sexta-feira, 21 de março de 2014

#29 La madrecita (parte II)


Isto de "tomar decisões" tem sempre muito que se lhe diga.

1, 2, 3 e: plim!

Lá inicio o processo de preparação, para mais uma grande experiência e uma grande viagem, dentro de pouquíssimo tempo.

As maiores, como sabemos, são sempre aquelas em que temos a oportunidade de mergulhar no nosso interior.

Nem sempre gostamos do que vemos, mas é sempre importante para de seguida nos aperfeiçoarmos.

Forte? Não... Extra-Forte!


Tal como sempre, fica nas nossas mãos. O livre arbítrio é muito isto: RESPONSABILIDADE e DECISÃO.




quinta-feira, 20 de março de 2014

#26 A malta vai morrendo e é uma chatice


Não haja dúvidas que "isto da morte" é altamente incomodativo. Com o tempo, as pessoas vão morrendo e é mesmo uma maçada!

Morrem os amigos mais antigos. Morrem os avós. Morrem os pais. Morrem familiares de amigos nossos.

Uns morrem de velhice, outros de acidentes. Uns definham, outros têm uma morte mais rápida.

"- Ah e tal, eu gostava de ter um AVC e morrer assim de repente", dizem uns. (como se alguém soubesse que assim é que é bom e como se já tivesse morrido e voltado para dizer: "- Assim é que é! Oh pessoal, escolham morrer de AVC! ")

Outros afirmam peremptoriamente que: "adoravam morrer em pleno acto de amor". Como se isso fosse simpático para o desgraçado ou desgraçada que cá fica, com um trauma para sempre.

Depois há sempre aquela malta que escolhe matar-se. E fica sempre um enigma por resolver, qual Sherlock Holmes... será que foi porque queria, que dúvidas teria... se deixou bilhete, será que queria mesmo dizer aquilo, ou era uma mensagem subliminar?

Há também as mortes trágicas. Acidente, assassinato, etc. São mortes muito chatas. Para quem morre e para quem fica. Porque assim os que ficam morrem aos poucos - com a dor que preservam e pela imaginação do cenário que conduziu à morte de outrem.

Na verdade, poucos morrem com dignidade, diz-se.

Mas que dignidade pode haver na morte? Morrer com as tarefas cumpridas? Morrer com um sorriso nos lábios? Morrer sem dor física? Morrer de olhos fechados? Morrer sem chatear ninguém?

Depois, surgem as dúvidas sobre a morte... eutanásia, sim ou não? Quando? Em que situações?

Chiça!

Eu por mim, já não me chateio com isto.

A malta morre e eu agarro-me ainda mais à vida. Custa-me cada vez menos interiormente, ver os outros morrer. 

Sofro mais com o sofrimento dos que ficam, a quem tento passar o meu ponto de vista, com alguma calma e discernimento. 

Na verdade, a síntese é que: não temos hipótese!

Duramos no máximo cerca de um século de vida.

Vamo-nos chatear para quê? É ter cuidado com a alimentação, cuidado com o corpo. Mas mesmo assim não estamos livres de ter alguma doença complicada, de vir um maluco e matar-nos. Ou de nos matarmos a nós mesmos num acidente, ou matarmos mesmo alguém (o que é ainda uma chatice maior).

No limite, morremos de velhice. Também nunca percebi aquela do "querermos morrer sem doenças". Para quê pá?

"- Ah e tal que pena... morreu mas era tão saudável!" Chiça!

Se se morre à mesma! Por que não VIVER? E ter "aquele excesso" volta e meia, ainda que planeado e contextualizado no tempo, se nos fizer mais felizes?

Eu não quero morrer saudável! Quero ter histórias para contar. As minhas rugas vão contar todas grandes histórias. As minhas doenças vão-me lembrar os excessos que cometi. As dores de costas as vezes que me aventurei e por aí adiante.

É claro que não faço por estar em mau estado. Não sou parvo de todo.

Tento fazer algum exercício, não tenho vícios (mas sim momentos de excepção), como mais vegetais, fruta e peixe que fritos ou carne (especialmente vermelha). Bebo muita água, bebo chá. Mas quando me apetece: faço tudo ao contrário. Ah pois!

Viver para prolongar a duração do corpo e idolatrá-lo, não é para mim. Faço por estar em boa forma, sem ser escravo da imagem.

Isto, a propósito da morte, veio-me neste Dia do Pai. 

Sim, como é óbvio ele faz já parte da extensa lista dos que já morreram. Mas todos os dias falo dele. Falam-me dele. Vejo fotos quando me apetece, leio coisas, passo por locais e recordo.

E na verdade cada vez me chateio menos com isso. Ele já não volta! E na verdade: também nunca se foi embora... Só não está presente, fisicamente!

Mas como contrapartida, despertou, ainda mais em mim.

Por isso não se apoquentem muito! A malta vai morrendo, mas morrer não é desaparecer.

Morrer não é deixar de existir. É só deixar de aparecer, na forma do costume.

Um dia destes morro também. 

Mas não se livram facilmente da minha existência! Bem vos estrago as contas, que ainda viverei muito mais tempo... nas conversas dos meus amigos, em textos, em fotografias, em filmes, em amor que distribuí e em tantas coisas mais.

Morrer em definitivo? Livra! Isso é que dá medo. 


A mim, nessa não me apanham... Se quiserem, assim, morram vocês!


quarta-feira, 12 de março de 2014

#20 Remédio Extra Forte


Há poucos temas assim.

Que se alojam na alma e nos perseguem, sem lugar a voltarem atrás. 

- Epá que repetitivo, já li isto em algum lado. 

Palavras que nos soam tão bem, que nos cantam melodias ao ouvido... que mais tarde descobrimos de facto existirem. 

- Hum? Não percebi.

Neste livro, Géraldine Correia descreve a sua entrada no mundo da Ayahuasca (La Madrecita), através do xamanismo a ela adjacente e quanto isso a alterou.

O xamanismo por definição, é um termo genericamente utilizado em referência a práticas etnomédicas, mágicas, religiosas (animista, primitiva) e filosóficas (metafísica), envolvendo cura, transe, supostas metamorfoses e contacto directo entre alegados corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, de plantas e dos mortos.

- Hum? Livra!

Tanto que haveria a dizer sobre o Livro, sobre o tema em si, sobre a Géraldine e sobre a Ayahuasca na primeira pessoa.

Mas trata-se do remédio mais forte, aliás extra forte e nada doce.

- Sugestão?

- Não percebi a pergunta.